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sexta-feira, 1 de maio de 2015

LULA ENCARA OS MARINHO: OLHEM PARA O PRÓPRIO RABO


O ex-presidente Lula fez um discurso mais do que contundente neste Primeiro de Maio, em São Paulo.

Primeiro, mandou a imprensa olhar pro próprio rabo antes de fazer qualquer insinuação sobre BNDES – neste fim de semana, a revista Época, da Globo, acusou o ex-presidente de ser "operador" de vantagens para a construtora Odebrecht, por conta de uma investigação aberta há apenas dez dias pelo Ministério Público .

Lula disse ainda que os barões da imprensa (como a família Marinho, que recentemente esteve envolvida em escândalos de sonegação fiscal) têm medo de sua volta em 2018.

Lula foi ainda mais longe. Anunciou que a provocação está aceita e disse que vai viajar pelo País.

Cutucado pela Globo como uma denúncia que envergonha a imprensa e o Ministério Público, Lula reagiu e praticamente se lançou candidato.

Leia, abaixo, nota do Instituto Lula sobre o discurso:

O ex-presidente Lula participou nesta sexta-feira (1) do ato unificado do Dia do Trabalhador convocado por centrais sindicais e movimentos sociais no centro de São Paulo. O ato, organizado pelas centrais CUT, CTB, Intersindical e movimentos sociais de diversas áreas, como o direito à moradia, o direito à terra e a democratização da comunicação serviu para o lançamento de uma frente unificada de movimentos de esquerda para enfrentar a ofensiva conservadora no Congresso Nacional. "Vamos reunir os movimentos de mulheres, negros, pela educação, pela causa LGBT, diversos movimentos sociais, e montar uma frente unificada em defesa do Brasil, contra a direita conservadora. Diremos não à intolerância no Brasil, e não deixaremos que mexam nos nossos direitos. Como disse o ex-presidente Lula, que não ousem mexer nos direitos da classe trabalhadora", afirmou Vagner Freitas, presidente da CUT, antes da fala de Lula.

Em seu discurso, Lula criticou insinuações contra o seu nome.  "Vejo nas revistas brasileiras, que são um lixo, as insinuações. Eles querem pegar o Lula, mas me chama para a briga que eu gosto", afirmou, para as milhares de pessoas presentes ao ato, no Vale do Anhangabaú. "Quero dizer aqui, na frente das crianças: pega 10 jornalistas da Veja, da Época, e enfia um dentro do outro que não dá nem 10% da minha honestidade", completou.

Em defesa do governo federal, Lula disse que irá voltar a viajar pelo Brasil para conversar com os brasileiros. "Aos meus detratores: eu vou andar este país outra vez, e vou conversar com os desempregados, os camponeses, os empresários. Vou começar a desafiar aqueles que não se conformaram com o resultado da democracia", afirmou.


As centrais e movimentos presentes aprovaram a realização de um dia de lutas em 29 de maio para manifestar seu repúdio ao projeto de lei 4330, que permite a terceirização de todos os postos de trabalho no Brasil. Será articulada ainda uma marcha a Brasília para o dia em que o Senado abrir a votação sobre o projeto.

Brasil 247

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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Afinal, o que quer o PMDB?



O Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) é hoje o que possui o maior número de prefeitos, de vereadores e de filiados. no País Tem a segunda maior bancada do Câmara, a primeira do Senado e a Presidências das duas Casas. Comanda seis ministérios, tem o vice-presidente e, agora, a articulação política do próprio governo. Se a presidente, Dilma Rousseff (PT), iniciou o mandato com movimentações para reduzir a influência do partido junto ao seu governo, chega ao quarto mês deste mandato vendo-o alcançar poder inédito.

“Ele (o PMDB) é o eixo central do governo”, afirma Valeriano Costa, cientista político da Unicamp. Para o professor, o fortalecimento do partido tem como principal responsável tomadas de decisões políticas erráticas por parte do governo. Ele cita como exemplo as movimentações do ex-ministro da Educação, Cid Gomes (Pros), e do ministro da Cidades, Gilberto Kassab (PSD), para criar partidos que pudessem diminuir a dependência do governo em relação ao PMDB. Mas o principal fator teria sido a decisão de confrontar o candidato do PMDB para a Presidência da Câmara, Eduardo Cunha, lançando a candidatura de Arlindo Chinaglia (PT). Isso teria aglutinado a legenda. “O PMDB se unifica na defensiva”, declara o professor.


Entretanto, Costa critica a tese de que estaríamos diante de um “parlamentarismo à brasileira”. Para ele, o que acontece é que finalmente o tal “presidencialismo de coalizão” teria honrado o termo “coalizão”. Antes, o Brasil teria tido um presidencialismo com feições imperiais. Agora, “o presidente não é mais o único jogador”.


O deputado federal Danilo Forte (PMDB) apresenta tese parecida. Segundo ele, não basta a articulação politica do governo mudar de mãos. É preciso que a própria formulação das políticas públicas inclua o Congresso. “Eu prefiro ser sócio da solução a padecer na crise”, diz.


Projeto nacional

A expectativa do deputado cearense é que, a partir de agora, as tensões com o governo entrem em uma fase de declínio, e que o partido consiga afinar o discurso em torno de uma “unidade nacional”. Isso, espera Forte, pode consolidar o PMDB como uma opção viável para disputar a presidência.


A tese da candidatura própria é defendida abertamente por caciques do partido, como o vice-presidente, Michel Temer, e o presidente estadual da legenda, Eunício Oliveira, que já possui 14 anos de diretório nacional. Entretanto, Josênio Parente, cientista político e professor da Uece, não crê que a possibilidade seja expressiva. “O PMDB, quando tem candidato, esbarra na realidade”, declara. Os casos de Ulysses Guimarães, candidato em 1989, e Oréstes Quércia, que concorreu em 1994, são apontados como exemplos.


O professor aponta a legenda como um partido de lideranças regionais, com força especialmente no Nordeste. E a variedade de interesses torna profundamente difícil alinhar o partido em torno de um discurso nacional. De forma mais eufemística, Eunício admite a multiplicidade de vontades dentro da sigla. “O PMDB é um partido que tem, no seu DNA, a liberdade”, declara.


Costa classifica a tese do candidato próprio como “ousada”. Ele identifica três grupos mais consolidados dentro do partido: o nordestino, liderado por Renan Calheiros e José Sarney, o “petista”, que tem no prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, seu maior expoente, e o paulista, antes liderado por Quércia e agora por Temer. E, de acordo com ele, “nenhum cacique permite que o outro se projete ao ponto de ser um candidato nacional”. (colaborou Isabel Filgueiras)



Linha do tempo


1989

O partido lança candidatura própria com um dos nomes mais importantes de sua história, Ulysses Guimarães. Entretanto, ele acabou em quarto, abandonado por boa parte da legenda, que apoiou Collor (então PMN) ou Lula (PT). Entretanto, ainda chega a ter cargos no primeiro escalão, como Joaquim Roriz na Agricultura e Bernardo Cabral na Justiça. 


1992

O PMDB apoiou o governo de Itamar Franco desde o princípio, sendo um dos patrocinadores do impeachment. Teve como ministros o hoje tucano Alberto Goldman (Transportes), Antônio Brito (Previdência) e Fernando Coutinho Jorge (Meio Ambiente).

1994

O partido novamente lança candidato, o então presidente da sigla Orestes Quércia, que termina em quarto, superado até mesmo por Enéas Carneiro (Prona). Oficialmente, a legenda faz oposição a Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Porém, o partido garante espaço, com Nelson Jobim na pasta da Justiça e Odacir Klein nos Transportes. Em 1995, Michel Temer, hoje vice-presidente, é escolhido líder do governo na Câmara.

1998

Cisões internas do partido o impedem de apoiar qualquer candidato ou lançar um próprio, com os filiados distribuindo apoios a Ciro Gomes (então no PPS), Lula e FHC. Com o presidente reeleito, Temer é reeleito para a presidência da Câmara, Renan Calheiros vira ministro da Justiça e Eliseu Padilha e João Henrique de Almeida Sousa se alternam nos Transportes.

2002

O partido apoia a candidatura de José Serra (PSDB), indicando Rita Camata para vice. Com a derrota para Lula (PT), começam movimentos, encabeçados pelo futuro ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu (PT), para trazer a sigla para a base, hipótese vetada pelo presidente eleito. Após o escândalo do mensalão, a legenda passa a integrar a base – e a compor o primeiro escalão – como 

forma de apaziguar a relação com o Congresso.

O POVO Online
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domingo, 12 de abril de 2015

PROTESTOS MURCHAM NO PAÍS E #ACEITADILMAVEZ BOMBA


Os protestos contra o governo da presidente Dilma Rousseff neste 12 de abril vêm tendo alcance bem mais limitado do que no último 15 de março, segundo dados da Polícia Militar, em várias capitais.

Enquanto isso, a hashtag #AceitaDilmaVez se tornou o assunto mais comentado nos trending topics do Twitter no Brasil e o segundo mais comentado no mundo.

Leia, abaixo, reportagem da Agência Brasil sobre os protestos:

Protestos contra o governo reúnem manifestantes em várias cidades do país

Andreia Verdélio e Luana Lourenço - Repórteres da Agência Brasil

Os protestos contra o governo da presidenta Dilma Rousseff e pelo fim da corrupção se repetiram hoje (12) em várias cidades do país. No dia 15 de março, manifestantes foram às ruas pelos mesmos motivos.
Em Brasília, pelo menos 20 mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar (PM), caminharam pela Esplanada dos Ministérios em direção ao Congresso Nacional com faixas e palavras de ordem pedindo a saída de Dilma do governo e o fim da corrupção, entre outros. Vestidos de verde e amarelo e com bandeiras do Brasil, os manifestantes foram acompanhados por 3 mil policiais. Em março, 45 mil pessoas participaram da marcha na capital, segundo a PM.

Em Belo Horizonte, o protesto se concentrou na Praça da Liberdade. Convocado pelas redes sociais por diversas organizações, o ato também pediu o fim da corrupção, a reforma política e o impeachment da presidenta Dilma. De acordo com a PM de Minas Gerais, por volta de 12h, 3 mil pessoas participavam do protesto. Na manifestação do dia 15 de março, 24 mil pessoas estiveram no local, também segundo a polícia.

Da Praça da Liberdade, os manifestantes devem seguir até a Praça da Estação, no centro da capital da mineira, onde o ato deverá ser encerrado.

Em Manaus, a concentração, marcada para as 9h, na Praça do Congresso, no centro da capital, começou tímida por causa da chuva, segundo os organizadores. De acordo com o integrante do Movimento Brasil Livre Jean Batista, cerca de 10 mil pessoas participam da manifestação. A Polícia Militar informou que, por volta das 11h, havia 360 manifestantes. O grupo caminhou por algumas ruas do centro da capital amazonense e já começou a se dispersar. Segundo a PM, 420 polícias militares acompanham o movimento e nenhuma ocorrência foi registrada.

Em São Luís, cerca de 3 mil manifestantes se concentram na Avenida Litorânea, segundo os organizadores do Movimento Brasil Livre. A PM ainda não fez a estimativa oficial, mas informou que um número reduzido de pessoas participam do movimento. Aproximadamente 20 policiais acompanham a manifestação.

No Rio de Janeiro, a Orla de Copacabana voltou a ser tomada por manifestantes contrários ao governo. Acompanhados de três carros de som e com bandeiras diversas, o grupo caminha pela Avenida Atlântica. Além do pedido de impeachment da presidenta Dilma e de investigação das denúncias de corrupção, há, entre os manifestantes, os que defendem a reforma política e grupos que pedem o retorno dos militares ao poder.

Em São Paulo, onde a manifestação de 15 de março reuniu 1 milhão de pessoas, segundo a PM, as pessoas começam a se concentrar para o ato de hoje, marcado para as 14h, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). Também há protestos previstos para esta tarde em cidades de Alagoas, do Amapá, Ceará, Espírito Santo, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, da Paraíba, do Paraná, de Pernambuco, do Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, de Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e do Tocantins.
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sábado, 11 de abril de 2015

Gobira diz que atual prefeita de Cajazeiras “Está perdida”

O pré-candidato a prefeito da cidade de Cajazeiras, Antonio Gobira (PSOL), participou da imprensa local nessa quinta-feira (10), para anunciar o encontro do seu partido que vai filiar mais de 100 novos membros da legenda.
O evento ocorrerá na Câmara Municipal, no centro de Cajazeiras a partir das 08:00 horas desse domingo (12) e contará com a executiva estadual da cidade de João Pessoa.

Insatisfeitos

Antonio Gobira surpreendeu ao revelar que se reuniu esta semana com dois vereadores da base aliada da prefeita Denise Oliveira (PSB), além de secretários da gestão municipal.
De acordo com o pré-candidato, alguns auxiliares e vereadores da base situacionista estão insatisfeitos com o Governo da socialista.  
“Estão insatisfeitos porque do lado dela apenas dois ou três vereadores são prestigiados. Ela está como árbitro de futebol quando se perde numa partida os jogadores. Está sem comando da prefeitura”. Declarou o líder do PSOL em Cajazeiras.

Diário do Sertão
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Jovem é morto a facadas no Sertão; Ele estava sentado numa praça pública

Foi registrado nesse sábado (11), mais um crime homicídio na cidade de Pombal, Sertão do Estado. O jovem Danilo de Sousa Ugulino, 24 anos foi assassinado a golpes de faca quando estava sentado numa praça pública.
Danilo foi atingido por golpes de faca no bairro Francisco Paulino, correu cerca de 50 metros, mas não resistiu e caiu de baixo de uma árvore.
O Samu foi acionado, mas ao chegar local a equipe médica constatou que Danilo já estava morto. Ninguém foi preso.
Ele era ex-presidiário e respondia a vários processos na Comarca de Pombal, por crimes como: furto, extorsão e ameaça.
Mais um
No sábado passado (04), outro ex-presidiário foi assassinado em Pombal. Trata-se de Francisco de Assis Araújo, conhecido por "Pifita", 35 anos. Ele foi executado com vários tiros quando voltava para casa e passava sobre a linha férrea.

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