“Quando vasculhamos a casa percebemos os pés quando olhamos por debaixo do guarda-roupa”, disse ao Site Miséria o Coronel Paiva comandante do policiamento de Russas. “Eles foram transferidos para Fortaleza porque se ficassem por aqui correriam o risco de alguém tentar uma execução”, acrescentou.
Foram presos: Gevânia da Silva Lima, 28 anos; Estênio Paz da Silva Gomes, 30 anos; Francisco Alef Guedes de Lima, conhecido como “Careca”, de 20 anos; Túlio Cesar Nascimento Cavalcante, de 26 anos, que responde por tráfico de entorpecentes e o menor J.B.S.F. de 16 anos.
Com eles a polícia apreendeu duas pistolas calibre 380, outras duas calibre 765, dois revólveres calibre 38, 492 gramas de cocaína, uma balança de precisão, uma espingarda de pressão, uma algema erótica, além de uma motocicleta que era usada nos crimes, um carro, R$ 2.415,00 em espécie e um “paredão de som” que havia sido roubado em outra cidade.
Confessaram crimes:
Após ser levado para a Delegacia local, o grupo confessou, dentre outros crimes, a morte de Francisco Diógenes Saldanha Filho, de 45 anos e conhecido como “Mano Diógenes”. Sua morte teria sido motivada por um acerto de contas.
Em 20 de julho, Reginaldo Nascimento Cavalcante foi morto junto com mais dois colegas quando fazia uso de cocaína na casa do seu irmão, Túlio Cesar, que escapou da linha de tiros de homens que entraram no imóvel. Túlio sobreviveu porque correu e se trancou no banheiro. Para vingar seu irmão, ele teria matado “Mano Diógenes” acreditando que ele tinha participação no crime.





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